Bom dia!!!
Procure um assessor da Pilar Investimentos, e entenda como esse cenário pode impactar os seus investimentos.
- O Ibovespa, fechou ontem em queda de 0,69% a 176.589 pontos, o S&P fechou em alta de 0,61% a 7.519 pontos, o Nasdaq subiu 1,19% a 26.656 e o Dow Jones caiu 0,23% a 50.461 pontos.
- O Dólar fechou ontem em alta de 0,18% cotado a R$ 5,03 o Euro fechou em alta de 0,10% cotado a R$5,85 e o Bitcoin caiu 1,36% cotado a R$381.898.
Cenário Externo :
- Os índices futuros de Nova York, operam em alta nesta quarta-feira (27), enquanto o petróleo recua, à medida que investidores monitoram os desdobramentos das negociações por um acordo de paz no Oriente Médio.
- Na véspera, o S&P 500 e o Nasdaq renovaram máximas, impulsionados pelo otimismo em torno de uma possível trégua duradoura entre EUA e Irã e pela força do setor de semicondutores.
- No entanto, o fim definitivo da guerra permanece incerto, com o Secretário de Estado Marco Rubio alertando que qualquer acordo provavelmente levaria alguns dias para ser formalizado. Enquanto isso, o Estreito de Ormuz permanece praticamente fechado ao tráfego comercial.
- A temporada de balanços caminha para o fim, com a Marvell Technology, Salesforce, Snowflake e Abercrombie & Fitch previstas para divulgar seus resultados nesta quarta.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
- Dow Jones Futuro: +0,22%
- S&P 500 Futuro: +0,33%
- Nasdaq Futuro: +0,67%
- As bolsas europeias, operam majoritariamente em alta, com a valorização das ações de tecnologia e a redução das tensões geopolíticas levando à queda dos preços do petróleo.
Mercados Europeus :
- STOXX 600: +0,29%
- DAX (Alemanha): +0,69%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,08%
- CAC 40 (França): +0,52%
- FTSE MIB (Itália): +0,22%
- Os mercados Asiáticos, fecharam mistos, enquanto os investidores avaliavam as tensões no Oriente Médio e as negociações de cessar-fogo.
Fechamento Ásia – Pacífico :
- Shanghai SE (China), -1,25%
- Nikkei (Japão): +0,01%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,06%
- Nifty 50 (Índia): -0,02%
- ASX 200 (Austrália): +0,69%
Cenário Doméstico :
- No Brasil, a sessão desta quarta-feira (27) dá destaque à divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA-15 referente às primeiras semanas de maio. A previsão do Itaú é de aumento de 0,57% no indicador, em relação ao mês anterior. Com a alta, a taxa acumulada em 12 meses avança para 4,6% (de 4,4%). De acordo com os analistas do banco, a expectativa é de que as passagens aéreas acelerem, refletindo os preços mais altos do petróleo.
- Além dos dados que auxiliam no cálculo da inflação, hoje também será divulgado os indicadores da Confiança Industrial, Confiança do Varejo e Serviços.
- Na agenda econômica, o Tesouro Nacional publica o Relatório Mensal da Dívida Pública (RMD) referente a abril de 2026.
- No cenário político, os investidores monitoram a votação da PEC do fim da escala 6×1 em comissão da Câmara, prevista para as 10h. No mesmo horário, o Broadcast divulga a primeira edição da pesquisa eleitoral Indexa. O dia também conta com a divulgação de levantamentos da RealTime Big Data.
- Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do anúncio de R$ 2,8 bilhões em investimentos da Petrobras e da Transpetro no Amazonas.
- Nas commodities, os preços do petróleo operam em baixa, devido ao otimismo de que os EUA e o Irã chegarão a um acordo de paz, apesar das novas hostilidades e da incerteza em relação ao Estreito de Ormuz.
- As cotações do minério de ferro na China também fecharam em baixa.
- Petróleo WTI, -3,15%, a US$ 90,93 o barril
- Petróleo Brent, -2,68%, a US$ 96,89 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,32%, a 781,50 iuanes (US$ 115,16)
Criptomoedas : O Bitcoin caiu abaixo dos US$ 76.000 na quarta-feira, pressionado pelo recrudescimento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e por fortes saídas de fundos negociados em bolsa (ETFs), mesmo com as ações de tecnologia avançando em Wall Street e na Ásia.
Bitcoin (BTC), +0,11%, a US$ 75.943,99 (em relação à cotação de 24 horas atrás).
(Com Reuters e Bloomberg)
Um abraço, e bons negócios.
Danilo Jesus

