Bom dia!!!
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- O Ibovespa, fechou na sexta-feira em alta de 2,63% a 192.114 pontos, o S&P fechou em alta de 0,73% a 7.723 pontos, o Nasdaq subiu 1,19% a 27.191 e o Dow Jones subiu 0,49% a 51.177 pontos.
- O Dólar fechou na sexta-feira em queda de 0,08% cotado a R$ 5,21 o Euro fechou em alta de 0,06% cotado a R$5,87 e o Bitcoin caiu 0,53% cotado a R$440.360.
Cenário Externo :
- Os índices futuros de Nova York, operam em queda nesta segunda-feira (5), com investidores avaliando o impacto do mercado de trabalho mais fraco sobre a trajetória dos juros do Federal Reserve (Fed). O dado de emprego de setembro reduziu as apostas em uma nova alta de juros em outubro, mas os rendimentos dos Treasuries seguem elevados e limitam o apetite por risco.
- Os investidores agora precificam uma probabilidade inferior a 20% de que o Fed possa aumentar as taxas de juros em outubro, embora uma medida em dezembro continue sendo uma possibilidade bastante real.
- O petróleo também recua, diante de sinais de recuperação das exportações do Oriente Médio e da liberação de estoques pelo G7.
- Os investidores estarão atentos, ao longo da semana, aos dados de atividade dos Estados Unidos. Na segunda-feira, o destaque será o índice de serviços do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM), referente a setembro. Na quarta-feira, será divulgada a ata da reunião de setembro do Federal Reserve (Fed), enquanto, na sexta-feira, sai a leitura preliminar da confiança do consumidor da Universidade de Michigan em outubro.
- Na temporada de balanços, os destaques incluem os resultados de Constellation Brands, Levi Strauss & Co., PepsiCo e Delta Air Lines. A Delta, por exemplo, divulgará seus números do terceiro trimestre na sexta-feira, 9 de outubro.
Veja o desempenho dos mercados futuros:
- Dow Jones Futuro: -0,18%
- S&P 500 Futuro: -0,15%
- Nasdaq Futuro: -0,25%
- As bolsas europeias, operam sem direção única, à medida que os investidores demonstram pouco apetite por risco, com a turbulência política e as tensões fiscais na região sendo o foco principal, e o euro caindo para a mínima em 17 meses em relação ao dólar.
- A queda ocorreu após o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, convocar eleições antecipadas, aumentando as preocupações que já afetavam a dívida soberana francesa e de outros países vulneráveis.
Mercados Europeus :
- STOXX 600: +0,19%
- DAX (Alemanha): -0,09%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,25%
- CAC 40 (França): -0,95%
- FTSE MIB (Itália): +0,23%
- Os mercados Asiáticos, fecharam em alta generalizada nesta segunda-feira, impulsionados pela recuperação do fluxo de petróleo do Oriente Médio, embora os elevados rendimentos dos títulos do Tesouro mantenham os investidores apreensivos.
- Os mercados da China continental e da Coreia do Sul estavam fechados devido a feriados.
Fechamento Ásia – Pacífico :
- Shanghai SE (China), fechado por feriado
- Nikkei (Japão): +2,40%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,28%
- Nifty 50 (Índia): +0,42%
- ASX 200 (Austrália): +0,05%
Cenário Doméstico :
- No Brasil, o mercado deve iniciar a segunda-feira (5) com viés positivo após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, que colocou o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O EWZ, principal ETF brasileiro negociado nos Estados Unidos e que acompanha o índice MSCI Brazil, chegou a subir mais de 10% no after market em Nova York, sinalizando uma forte reação inicial dos ativos brasileiros.
- Flávio ficou cerca de 47,03% dos votos válidos, ante 45,16% de Lula, resultado que contrariou a liderança numérica atribuída ao atual presidente pela maior parte das pesquisas na reta final da campanha.
- Na véspera, Datafolha, Quaest e AtlasIntel indicavam Lula à frente. Na pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, por exemplo, Lula aparecia com 47% dos votos válidos, contra 44,1% de Flávio. A definição do segundo turno manterá a política no centro das atenções dos mercados, especialmente diante da necessidade dos investidores reavaliarem cenários para política econômica e fiscal.
- No cenário doméstico, a agenda econômica começa a semana com poucos indicadores. O destaque fica para o PMI global, com dados referentes ao Brasil, que ajudam a medir o ritmo da atividade econômica, e para uma nova edição semanal do Boletim Focus, do Banco Central, que reúne as projeções do mercado para inflação, atividade, câmbio e juros.
- A bolsa de valores de São Paulo encerrou a sexta-feira em forte alta, avançando além dos 190 mil pontos, com os investidores ajustando posições antes do primeiro turno das eleições presidenciais no fim de semana.
- Nas commodities, os preços do petróleo sobem com o aumento das exportações de petróleo bruto do Oriente Médio e a liberação de estoques de petróleo dos países do G7 elevando a oferta, apesar das preocupações contínuas com possíveis danos adicionais à infraestrutura petrolífera do Golfo em meio à guerra no Irã.
- No domingo, o governo do Iêmen, apoiado pela Arábia Saudita e reconhecido internacionalmente, anunciou uma grande campanha militar para retomar todas as áreas do país controladas pelos houthis, grupo apoiado pelo Irã. Enquanto isso, a petroleira Aramco reduziu inesperadamente os preços do petróleo bruto para novembro na Ásia para as mínimas em seis anos.
- Petróleo WTI, -1,81%, a US$ 89,46 o barril
- Petróleo Brent, -1,40%, a US$ 100,82 o barril
Criptoativos : O Bitcoin era negociado acima de US$ 86.000 na segunda-feira, após ter chegado brevemente perto de US$ 87.000, enquanto os investidores avaliavam dados do mercado de trabalho americano abaixo das expectativas em contraste com os rendimentos dos Treasuries ainda elevados e as persistentes preocupações com a inflação.
Bitcoin (BTC), +1,14%, a US$ 86.404,31 (em relação à cotação de 24 horas atrás)
(Com Reuters e Bloomberg)
Um abraço, e bons negócios.
Danilo Jesus

